Alô, alô, marciano

Sonda da Nasa leva a curiosidade humana ao planeta vermelho. A observação de nosso próprio planeta pode dar pistas importantes sobre o que encontrar pelo cosmos.

Por: Marcelo Garcia

Na semana passada, Claudia Lage abordou a busca da ciência por vida fora da Terra em evento promovido pelo Núcleo de Pesquisa em Ciência (Nupesc), com o apoio do Instituto Ciência Hoje (ICH). A CH On-line esteve presente e destacou outras temáticas do encontro: a influência dos campos geomagnéticos na vida do homem e as possibilidades tecnológicas do nanomagnetismo.

Publicado em 07/08/2012 | Atualizado em 07/08/2012

Estaremos sozinhos no universo? Essa pergunta tem intrigado a ciência e alimentado a ficção científica durante muitos anos. Na madrugada de ontem (6/8), a humanidade pode ter dado um passo importante em direção a uma resposta. No procedimento mais complexo de aterrissagem (ou seria amartissagem?) já realizado, a sonda Curiosity, da agência espacial norte-americana (Nasa), chegou com segurança a Marte.

Desconhecido cosmos

Apesar de toda a expectativa depositada em Marte, há outras possibilidades de busca por vida fora da Terra. No próprio sistema solar, há pelo menos mais duas: as luas TitãEuropa, que orbitam os gigantes gasosos Saturno e Júpiter, respectivamente.

Marte 360

Além disso, alguns das centenas de planetas que vêm sendo descobertas desde 1995fora do nosso sistema solar também podem ser propícios à vida. Apesar da dificuldade de encontrar entre eles planetas pequenos e rochosos como a Terra que estejam na zona habitável de suas estrelas, Lage afirma que existem muito mais exoplanetas a serem descobertos.Antenas do Alma

O grupo brasileiro liderado por Lage pretende usar as antenas do projeto ALMA, localizadas no Atacama, para procurar indícios de vida fora da Terra. O deserto superseco foi usado para simulações do ambiente de Marte. (foto: Alma)

Segundo Claudia Lage, o carbono, elemento básico da vida na Terra, também é muito comum no universo. “Sua capacidade de realizar ligações químicas com muitos outros elementos faz dele o mais provável candidato para compor estruturas biologicamente complexas, como enzimas e cadeias de DNA”, avalia. “A abundância desses elementos importantes para a criação das bases para a vida como a conhecemos faz do universo um lugar, na verdade, muito amigável ao seu desenvolvimento.”

Reportagem Completa no link a seguir: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2012/08/alo-alo-marciano


Marcelo Garcia

Ciência Hoje On-line

Advertisements

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s