[O Diário da Ciência] Rodrigo Grazinoli escreve sobre Biologia Forense

Bancos de dados de DNA e exposição da pessoa

A lei nº12.654/2012 e outras implicações*

      “A doença talvez seja uma das mais cruéis e antigas formas de expor as pessoas. Com o início do diagnóstico molecular, a pessoa portadora da alteração genética, mesmo que apenas uma predisposição, também passou a ser alvo da exposição. É claro que o uso dos conhecimentos genéticos para aconselhar famílias é, atualmente, uma ferramenta importantíssima no controle de determinadas patologias de fundo genético (GARRAFA, 2000)….” “…último tipo de banco de dados já vem sendo utilizado no Reino Unido desde 1995 e pelo FBI desde 1998 com a denominação de NDIS (National DNA Index System), o qual se utiliza do software CODIS. Além destes países pioneiros, uma lista com mais de trinta nações já faz uso de algum tipo de banco de dados com resultados animadores no tocante ao aumento na resolução de crimes. Entretanto, no Brasil, foi com o advento da Lei n° 12.654 que tornou legalmente possível depositar perfis genéticos em bancos de dados com informações de criminosos, a fim de auxiliar a investigação na busca de suspeitos de crimes, especialmente a partir de evidências de crimes sexuais.”

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Rodrigo Grazinoli – Instituto de Pesquisa e Perícias em Genética Forense, Laboratório de DNA.

Currículo Lattes Rodrigo Grazinoli

Biomédico (UNIRIO-1999), especialista em Análises Clínicas (UNIGRANRIO-2002) e em Bioética (UFLA- 2005), mestre em Ciências Farmacêuticas (UFRJ-2001) e doutor em Ciências (UFRRJ-2007). Realizou diversos cursos de aperfeiçoamento em Bioética, Criminalística e Genética Forense. Concluiu estágio de Pós-doutoramento no departamento de Genética da UFRJ. Atua como Perito Criminal do IPPGF-PCERJ, onde é Diretor. É Professor de Graduação e Pós-graduação e em Cursos de Formação de Profissionais de Segurança, como: Policiais Civis (Perito Criminal, Delegado, Comissário, Inspetor de Polícia); Oficiais da Polícia Militar; Oficiais e Sargentos do Exército Brasileiro; Guardas Municipais. Participou do Grupo de Pesquisa na área de Metrologia Forense no INMETRO. É autor de trabalhos científicos e de divulgação, além de livros na área da Ciência Forense. Em sua atuação profissional, tem sido convidado para entrevistas e proferido palestras e cursos.

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